No dia 19 de agosto, o horário eleitoral gratuito
entrou pelos nossos lares e invadiu a programação da TV e do rádio mudando os
horários da novela e do futebol nosso de cada dia. Quando entra aquela tela
azul anunciando a programação que me enche de fastio e enfado, fico pensando o
quanto as emissoras deixam de faturar por ter que veicular estes programas
eleitorais. Desta feita, questionei: quem paga esta conta?
Segundo o site da
Revista Mundo Estranho, do conglomerado da Editora Abril, nós, os
contribuintes, pagamos esta conta. Na matéria afirma que 80% do valor que as
emissoras iriam arrecadar com espaço, caso fossem vendidos, podem ser deduzidos
do Imposto de Renda das empresas de mídia. Ainda, segundo o site, a Receita
Federal calcula que mais de 850 milhões de reais deixarão de ser pagos pelas
empresas de comunicação.
Para tapar este rombo nos cofres públicos, nada
mais justo cobri-lo com o dinheiro público, ou seja, o dinheiro de todos que
pagam os impostos. E tem mais: os partidos recebem dinheiro do Fundo Partidário
que é um “Fundo Especial de Assistência Financeira aos Partidos Políticos”,
constituído por recursos públicos e particulares conforme previsto no artigo 38
da Lei nº 9.096/95.
Se você tiver coragem, clique aqui e
veja o quanto de “ajuda” que cada partido recebeu nas eleições deste ano.
Fábio
Cesar Marcelino
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