11 de agosto de 2014

Viajando pela Comunicação | 11 de agosto


Hoje dia 11 de agosto comemora-se o Dia da Televisão, devido a homenagem à Santa Clara, considerada padroeira da Televisão.  Preparamos um texto mostrando a trajetória desse importante veículo de comunicação de massa. Confira:

Como surgiu?
O rádio era o principal meio de comunicação existente no mundo. A televisão foi um invento do escocês John Baird, em 1926. A televisão passou por melhorias e, em 1934, o russo Vladimir Zworykin  criou o iconoscópio, recurso que permitia decompor uma imagem em milhares de pontos convertidos em um sinal. 

Quando chegou ao Brasil?
O aparato tecnológico se disseminou por países da Europa e posteriormente pelos países da América Central. Trazida pelo jornalista Assis Chateaubriand, a TV chegou ao Brasil apenas em 1950. 

E hoje, o que a TV representa?
Desde sua criação a TV foi se tornando um importante recurso da cultura popular da sociedade brasileira. Ainda hoje representa um dos principais meio de impacto da opinião pública, dividindo espaço de debate com as plataformas midiáticas da internet.

O rádio e a TV serviram como potencializadores da cultuara brasileira e internacional. No entanto, é também uma poderosa arma disseminadora de políticas de interesse e manipulação. Sendo ou não o ópio do povo, a Televisão ainda sobrevive e oferta um mix de produtos que são diariamente consumidos por milhões de espectadores. 

Com a promessa de gerar informações aos seus consumidores, a televisão hoje oferece mais espetáculo e entretenimento a fim de se manter viva em um mundo on e off line. Isto é, onde o poder de estar com o controle nas mãos define o que o espectador irá ou não consumir. Esse é o fantástico mundo do aqui e agora! Esse é o fantástico mundo da comunicação!

Jfcm Comunicação

Fonte: Observatório da Imprensa e Tudo Sobre TV.

7 de agosto de 2014

Programação Cultural BH









Sexta edição do Festival I Love Jazz será realizado neste final de semana, em BH

A música invade a capital mineira neste final de semana! O Festival Internacional I Love Jazz chega a sua sexta edição e traz uma programação especial para marcar a data. O primeiro dia do evento traz a cantora uruguaia Maria Noel Taranto e o grupo argentino Creole Jazz Band. No sábado e no domingo, além das apresentações musicais de artistas nacionais e internacionais, a programação ainda conta com aulas de dança com o grupo Be Hoppers (Lindy Hop).

O festival tem programação gratuita e acontecerá de 8 a 10 de agosto, na Praça do Papa, em BH. Informações detalhadas clique aqui.

29 de julho de 2014

Programação Cultural









Câncio de Oliveira: memória fotográfica de Belo Horizonte

O Memorial Minas Gerais Vale recebe a exposição "Câncio de Oliveira – Memória Fotográfica de Belo Horizonte", de 1 à 24 de agosto. A exposição traz imagens da capital mineira nas décadas de 1940 a 1980, registradas por Câncio de Oliveira, agrupadas por quatro categorias: Retratos e Personalidades, Fotografia Autoral, Pampulha, e Eventos.

A programação do evento ainda traz o lançamento do catálogo da exposição, com a presença do fotógrafo Câncio de Oliveira, no dia 2 de agosto, no Memorial Minas Gerais Vale. Ainda como parte do projeto, Heitor Muinhos, idealizador do projeto, ministrará nos dias 13 e 20 de agosto, no auditório do Memorial, a palestra gratuita "Inovação e Tecnologia no Processo de Restauração Digital de Fotografias, Estudo do Caso Projeto Câncio de Oliveira – Memória Fotográfica de Belo Horizonte", apresentando o making off do projeto e as técnicas aplicadas. 

Para mais informações ligue (31) 3343-7317 ou acesse www.memorialvale.com.br.

22 de julho de 2014

Programação Cultural BH









Diversão para toda família com o Sesc no Parque

No próximo domingo, dia 27 de julho, o Parque Municipal Américo Renné Giannetti recebe mais uma edição do Sesc no Parque. A programação do evento é gratuita e contará com shows, cinema, teatro, oficinas, orientações de saúde, atividades de recreação e esporte e muito mais.

Confira mais informações em www.sescmg.com.br.

Fonte: Sesc

14 de julho de 2014

A absolvição de Barbosa

Fonte: Netvasco
Quando o juiz apitou pela última vez, na vitória histórica e apoteótica da seleção alemã sobre o Brasil, por 7 a 1, em Belo Horizonte, na partida válida pelo mundial deste ano, retirou-se do scret canarinho de 1950 a alcunha de seleção eternamente maldita. Barbosa, lá da eternidade, não precisa se preocupar tanto com aquela bola chutada pelo uruguaio Gigghia, aos 34 minutos do segundo tempo, naquela tarde fatídica de 16 de julho de 1950, no Maracanã.

A derrota de 1950 ficou conhecida como “Maracanazo”, nome dado pela imprensa uruguaia à épica conquista do título da Celeste Olímpica, no mundial daquele ano. A imprensa brasileira elegeu Moacir Barbosa do Nascimento, o Barbosa, o então goleiro da seleção, como um dos principais responsáveis pela derrota canarinho. Barbosa ficou marcado para sempre.

Como em todas as produções de entretenimento devem existir heróis e vilões, Barbosa protagonizou o papel de maldito por mais de 64 anos. Neste período, o goleiro foi pauta corriqueira para imprensa brasileira, principalmente no período de copa do mundo.  Livros, filmes e matérias jornalísticas exploraram e esgotaram a temática, escancarando a vida do pobre goleiro que morreu aos 79 anos, em 2000, no ostracismo, sem honra e sem glória.

O documentário “Barbosa”, produção de 1988 de Ana Luiza Azevedo e Jorge Furtado, conta a história de um cientista que inventou uma máquina do tempo e foi parar no ano de 1950 com o objetivo de impedir que Giggia anotasse o gol que deu o título aos uruguaios. Se daqui alguns anos, inventarem uma máquina como essa, como seria evitar o vexame?

O certo é que a alcunha de maldito não pertence mais a seleção de 1950 comandada por Flávio Costa e muito menos a Barbosa. Agora, sabemos que a nova data insossa é a do dia 8 de julho de 2014.   O episódio da última terça-feira, sem sombra de dúvida, é mais um “Maracanazo”, ou melhor, um “Mineirazo”, ou até mesmo um “Minenarbeiter” – mineiro em alemão.

A imprensa brasileira ainda está digerindo o resultado, no entanto, o mote para a história já existe, os personagens também, faltando apenas definir os “mocinhos” e os “vilões” dessa trama que está prestes a nascer.

Pra terminar, outro dado e um questionamento: a seleção jogou a Copa do Mundo de 1950, de branco. Mudou para amarelo devido aquela derrota para o Uruguai. Será que depois desta derrota acachapante para os alemães, a seleção brasileira jogará de verde, a cor da esperança?


Fábio César Marcelino